domingo, 25 de setembro de 2011

Poeticídas

Em quanto houver um vinho barato
E um violão que desperte em nós
A vontade poética de viver os dias
Com demasiada inspiração de um espirito livre

Cantaremos o sol, a lua e a imensidão da madrugada
Andaremos pelas ruas, avenidas e praças...
Sentindo, vivendo com prazeres, dores e o barulho 
Do vento levemente embriagado com o calor do momento...

Em quanto houver vida, sangue e coração
E a poesia de Dionísio pra unir os corpos
A lucidez das flores almentará a percepção...

Respire, não tema o sentir...
Deixe a melodia do ser encantar os anseios
Há muito à fazer depois que o sol cair... 

Wendell San.

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