Em quanto houver um vinho barato
E um violão que desperte em nós
A vontade poética de viver os dias
Com demasiada inspiração de um espirito livre
Cantaremos o sol, a lua e a imensidão da madrugada
Andaremos pelas ruas, avenidas e praças...
Sentindo, vivendo com prazeres, dores e o barulho
Do vento levemente embriagado com o calor do momento...
Em quanto houver vida, sangue e coração
E a poesia de Dionísio pra unir os corpos
A lucidez das flores almentará a percepção...
Respire, não tema o sentir...
Deixe a melodia do ser encantar os anseios
Há muito à fazer depois que o sol cair...
Wendell San.
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